7 de novembro de 2015

A gratidão do velho Jacó

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José, filho de Raquel, era o preferido de Jacó. Por ciúme e inveja os irmãos o venderam e fizeram o pai acreditar que ele havia morrido. Um sofrimento muito grande: “Todos os seus filhos e filhas se achegaram para oferecer-lhe consolo, contudo ele recusou toda e qualquer consolação, e declarou: ‘Não! É em luto que descerei ao Sheol para me encontrar com meu filho!” (Gn 37.35).

Raquel, a amada de Jacó, morreu no parto de Benjamin. Por isso, quando o Governador do Egito (José) prendeu Simeão até que lhe trouxessem o irmão caçula, Jacó escolheu Benjamin. Nem Ruben fez o pai mudar de ideia. “Podes tirar a vida de meus dois filhos se eu não o trouxer de volta.” (Gn 42.37). Jacó morreria de tristeza se algo acontecesse a Benjamin e todos sabiam disso: “O menino não pode se ausentar de seu pai; se ele deixar seu pai, este morrerá de desgosto” (Gn 44.22), disse Judá ao Governador do Egito.

Mas uma notícia o reanimou. “Basta! José, meu amado filho, ainda está vivo! Que eu vá imediatamente vê-lo antes de morrer!” (Gn 45.28). Quando Jacó chegou ao Egito e José viu seu pai “correu para abraçá-lo e, abraçando-o com grande emoção, chorou longamente.” (Gn 46.29).

Com frequência, a história de José é lembrada por seu perdão aos seus irmãos, pelo modo como Deus o usou para salvar toda a terra e a própria descendência, e por sua integridade diante de todas as injustiças e tentações que sofrera. No entanto, a perspectiva de Israel (Jacó) não é menos comovente.
O homem que, à beira da morte, revive ao saber que José vivia, se declara feliz pelo simples fato de rever seu filho. “Agora, pois, já posso morrer em paz, porquanto vi o teu rosto e sei que ainda estás vivo!” (Gn 46.30). Mas Jacó também precisou fazer escolhas. Viver a amargura e o rancor pelos anos de separação de José ou viver intensamente a alegria de tê-lo ao seu lado. Viver em atrito com seus filhos por tudo que eles lhe fizeram ou viver em paz com todos e em família.

Jacó morreu feliz porque escolheu deixar no passado toda dor que sofrera e, olhando para o presente com alegria, viveu o futuro com esperança. Se o valor de uma história está no modo como ela termina, a história de Jacó termina com um coração cheio de gratidão ao Senhor. “A mim, que não tinha mais a esperança de rever teu rosto, eis que Deus me concede a bênção de ver até teus descendentes!” (Gn 48.11).

Tão comovente como a história de José é perceber a gratidão do velho Jacó.

O Cristianismo da pureza

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A vida é tão curta e nós tão frágeis. Deveríamos aproveita-la mais nos ocupando das coisas realmente importantes.  Via de regra o cristão deveria ser feliz. Feliz porque tem uma nova vida a qual nunca se acaba. Uma vida que começa aqui e vai à eternidade. Contudo, como ser feliz neste mundo? Ou melhor, como ser um cristão puro diante de um mundo contaminado? Como ser puro diante de igrejas que se deixam contaminar pelos valores mundo?

Pureza, simplicidade e humildade. “Em verdade vos digo que qualquer que não receber o reino de Deus como menino, de maneira nenhuma entrará nele”. (Marcos 10.15).

O Cristianismo puro é simples como é um menino. O cristianismo puro/autêntico é vivido por um coração puro. O Cristianismo puro/verdadeiro é vivido com humildade. Afinal, quantos têm condições de perceber as malícias e artimanhas deste mundo? Quantos percebem a volúpia dos corações de seus líderes? Isso pouco importa! Se o homem pode fazer bem e não faz, peca. Contudo, o cristão humilde sabe discernir uma coisa da outra pela razão? Só pelo Espírito.

É o Senhor quem dá dons a quem Ele quer. Ai daqueles que têm o dom de governo e não governam. Ai daqueles que têm o dom de pastoreio e são mercenários. Ai dos que têm o dom de mestre e não ensinam. Cada dará conta de si e estes darão conta também dos que lhe foram confiados. “E, a qualquer que muito for dado, muito se lhe pedirá, e ao que muito se lhe confiou, muito mais se lhe pedirá”. (Lucas 12.4b).

É preciso ser como um menino para viver o Evangelho de Cristo. É preciso depender como um menino, orar e chorar como um menino. É preciso ter a pureza, a franqueza, a alegria e a simplicidade de um menino. Por isso, não importa ao cristão puro/íntegro os desvios dos outros. O que importa é guardar o seu coração reto diante do Senhor! Simplicidade, é isso que Ele nos pede. “E que é o que o SENHOR pede de ti, senão que pratiques a justiça, e ames a misericórdia e andes humildemente com o teu Deus?” (Miquéias 6.8c).

Talvez alguém pergunte: - E as agruras da vida? O que fazer num mundo mal e violento? Respondendo com outra pergunta: o que fazer? Matar, morrer? Não, viver!

Portanto, viva e deixe viver! A vida é dura e também bela.
Viver uma vida justa, simples e humilde diante de Deus. Essa é a teologia de Jesus, este é o cristianismo puro que Ele nos ensinou. As demais coisas são importantes (os desvios de pessoas mal intencionadas), mas não são as essenciais.

6 de novembro de 2015

Dia (Inter)Nacional do idoso

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27 de setembro ou 1 de outubro?

A história do dia Internacional do idoso começou em 1982 com o Plano Internacional de Ação sobre o Envelhecimento em Viena, Áustria. Aprovado pela Assembleia Mundial do Envelhecimento e, no mesmo ano, pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o Plano foi o primeiro instrumento internacional sobre o envelhecimento, e forneceu uma base para a formulação de políticas e programas sobre envelhecimento. Ele incluía sessenta e duas recomendações para a pesquisa-ação de endereçamento, coleta de dados e análise, treinamento e educação, bem como as seguintes áreas setoriais: saúde e nutrição, proteção dos consumidores idosos, habitação e meio ambiente, família, assistência social, segurança de renda e de emprego, e educação.

No dia 14 de dezembro de 1990 a Assembleia Geral da ONU, por meio da resolução 45/106, determinou o dia 1º de outubro como Dia Internacional do Idoso. Na Assembleia seguinte (1991), a ONU aprovou a resolução 46/91 que trata dos direitos dos idosos, cujos princípios norteiam as discussões contemporâneas sobre a situação do idoso. Entre esses princípios, estão os da “autorrealização” e da “dignidade”.

No Brasil, a Comissão de Educação do Senado Federal aprovou a emenda ao Projeto de lei 513/1999 estabelecendo o dia 27 de setembro como Dia Nacional do Idoso, dia de São Vicente de Paula, considerado o pai da caridade. Até 2006, o Dia do Idoso era celebrado no dia 27, mesmo dia em que as religiões afro-brasileiras comemoram o dia de Cosme e Damião. – No catolicismo comemora-se no dia 26.

O Plano Internacional de Ação sobre o Envelhecimento de Madri, Espanha, e a Declaração Política aprovada na Segunda Assembleia Mundial sobre o Envelhecimento em abril de 2002, marcam um momento decisivo na forma como o mundo abordaria o desafio-chave da "construção de uma sociedade para todas as idades". O Plano de Ação traz uma nova agenda ousada para lidar com a questão do envelhecimento no século XXI. Ele se concentra em três áreas prioritárias: as pessoas idosas e seu desenvolvimento; a promoção da saúde e bem-estar na velhice; e assegurar ambientes propícios e favoráveis. É um recurso para a formulação de políticas, sugerindo formas de governos, organizações não governamentais e outras entidades, no sentido de reorientar as maneiras pelas quais suas sociedades percebem, interagem e cuidam de seus cidadãos mais idosos. Além disso, o Plano representa a primeira vez em que Governos concordaram em vincular questões do envelhecimento com outras estruturas de desenvolvimento social e econômico e dos direitos humanos.

No dia 1º de outubro de 2003 foi aprovada a Lei nº 10.741, que tornou vigente o Estatuto do Idoso no país. Com a criação do Estatuto, o Brasil começou a incorporar à sua jurisprudência resoluções de organizações internacionais, como a ONU e a Organização Mundial da Saúde (OMS). Finalmente, em 28 de dezembro de 2006, entrou em vigor a Lei Federal nº 11.433/06 que dispõe sobre o Dia do Nacional Idoso a ser comemorado no dia 1º de outubro, juntamente com o Dia Internacional do Idoso.

Para este 25º Dia Internacional do Idoso, a ONU tem como tema: "Sustentabilidade e inclusão do idoso no ambiente urbano" – sublinhando a necessidade de tornar as cidades inclusivas para pessoas de todas as idades.

Portanto, tão importante quanto conhecer a história do dia Nacional ou Internacional do idoso é conhecer o Estatuto e participar dos Fóruns, Congressos e Simpósios, como, por exemplo, o II Simpósio do Envelhecimento promovido pela prefeitura do Rio.

Feliz dia do Idoso!

Bereanos ou baderneiros?

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Cena 1: Atos 17.1-9

Ao chegarem a Tessalônica Paulo e Silas fazem o habitual, vão à sinagoga. Por três sábados Paulo explica e comprova: “Este Jesus que vos anuncio é o Messias!” (v. 3)

Resultado 1: “alguns dos judeus foram convencidos e se uniram a Paulo e Silas, bem como uma multidão de gregos obedientes a Deus e diversas senhoras da alta sociedade local.” (v. 4)

Resultado 2: Com “forte inveja” os líderes judeus reuniram homens perversos dentre os desocupados para causar um tumulto na cidade, e ainda, acusaram Paulo e Silas diante dos governantes: “Estes que têm causado alvoroço em todo o mundo, agora chegaram também aqui.” (v. 6)

Cena 2: Atos 17.10-16

Paulo e Silas vão para Berea e fazem a mesma coisa, vão à sinagoga anunciar o Messias.

Resultado 1: Os bereanos dedicaram-se a estudar a Escritura para verificar se o que Paulo dizia “correspondia à verdade.” (v. 11)

Resultado 2: Muitos judeus, gregos e mulheres da alta sociedade creram em Jesus. (v. 12)

Resultado 3: Os líderes judeus de Tessalônica foram imediatamente à Berea, cerca de 102km de distância por rodovia, para causar confusão na cidade. (v. 13)

Por um lado, é fácil entender a narrativa, por outro, alguns elementos ajudam na compreensão do significado mais profundo do texto. Vide vocabulário abaixo.


Baderneiros

A inveja nunca dá bons frutos.

1) Rejeição. Paulo provou pela Escritura a verdade sobre o Messias. Diante dela, uns aceitaram, outros rejeitaram. Paulo esteve com eles por três sábados, tempo suficiente para que a Escritura fosse examinada e, se estivesse errada, fosse contestada. Eles sabiam que não estava porque Paulo provou, pela Escritura, que Jesus era o Messias. Portanto, aqueles líderes rejeitaram a Escritura, a Verdade e o Messias, e não a Paulo e Silas.

2) Perseguição. Não podendo refutar a Escritura, decidiram perseguir seus pregadores, Paulo e Silas. Talvez seja essa uma das tantas perseguições que Paulo fala em 2Co 11.

3) Abuso. Usando de uma autoridade que tinham (religiosa) invadiram a casa de Jasom com uma autoridade que não tinham (policial). (v. 5)


















4) Insanidade. A palavra inveja, no original, é “forte inveja”. Tal sentimento levou os líderes da religião judaica (a religião de Deus) a se associarem com as piores pessoas da cidade, por mais incrível que isso possa parecer. Uma associação impensável: Juntar religiosos com maus-caracteres. Naquela época muitas pessoas trabalhavam por um salário diário (os diaristas dos nossos dias). Mas os religiosos contrataram justamente aqueles que estariam dispostos a fazer um “trabalho sujo”.

5) Mentira. Os defensores da verdade divina descumpriram o mandamento de Deus: “Não darás falso testemunho contra o teu próximo.” (Êx 20.16) Mentiram intencionalmente acerca de Paulo e Silas aos magistrados romanos. Também na condenação de Jesus, um grupo de líderes religiosos mentiu acusando Jesus perante Pilatos, o governador da Judéia: “Encontramos este homem subvertendo a nossa nação. Inclusive, proibindo o pagamento de impostos a César e se dizendo o Messias, o Rei!” (Lc 23.2)

6) Covardia. Fraudulentamente colocaram pessoas simples (os servos de Deus) contra as autoridades do governo romano: “eles estão agindo contra os decretos de César, proclamando que existe um outro rei, chamado Jesus!” Assim como a atitude de Pilatos foi de tentar libertar Jesus, em Lucas 23, a atitude dos magistrados (não crentes) foi favorável aos inocentes: “libertaram Jasom e os demais irmãos ... ” (v. 9a)

7) Prejuízo ao reino de Deus. A justiça feita a Jasom teve um preço. Eles foram libertos “ ...  após o pagamento da fiança estipulada.”  (v. 9b)


Bereanos

Com frequência ouvimos a expressão, sou bereano! Bereano tornou-se um adjetivo, um sinônimo de virtude atribuída ao cristão atento à leitura da Bíblia. Ou seja, aquele que sempre investiga se o que está sendo exposto está de acordo com a Escritura.

Em primeiro lugar, ser leitor atento da Bíblia é de fato uma virtude, – quanto mais nestes tempos em que ela é mal lida ou negligenciada –, no entanto, Tiago vai além: “Sede praticantes da Palavra e não simplesmente ouvintes, iludindo a vós mesmos.” (Tg 1.22) Ler a Bíblia não é a maior das virtudes e conhecê-la também não, principalmente se considerarmos que o Diabo usou a Escritura para tentar o Filho de Deus.

Em segundo lugar, os líderes de Tessalônica, perseguidores de Paulo e Silas, examinavam atentamente a Escritura. Eles eram líderes da religião judaica e a ensinavam na sinagoga, onde haviam muitos prosélitos (os gregos). Tanto examinavam que não puderam confrontar Paulo. A Escritura era de conhecimento de todos, por isso várias pessoas foram convencidas, pela Palavra, que Jesus era o Messias. Portanto, não havia falta de conhecimento ou exame das Escrituras em nenhuma das duas cidades.

Em terceiro lugar, os bereanos não eram deslumbrados com a eloquência de Paulo (como também não o foram os de Tessalônica). A mensagem recebida no sábado foi “ruminada” todos os dias da semana: “dedicaram-se ao estudo diário das Escrituras”.
Por último, eles avaliaram se tudo era mesmo verdade (assim como fizeram os moradores de Tessalônica).

Logo, a virtude dos moradores de Berea consistia em sua mente “mais nobre”. Havia genuíno interesse pela Palavra de Deus a qual recebiam com “vívido interesse”. Ora, só se interessa por algo quem está, de algum modo, comprometido com esse “algo”. Os bereanos queriam conhecer a Escritura para viver segundo Ela e não apenas saber por saber, muito menos intentaram rejeitar a Verdade da Escritura. Por isso, a reação dos homens de Berea foi oposta a dos líderes da cidade vizinha.

Por um lado, examinavam atentamente o que era pregado para não serem levados por qualquer vento de doutrina. Por outro, estavam dispostos a abrir mão da tradição, dos conceitos e pré-conceitos religiosos, e, de toda e qualquer liderança que tivessem em prol da Verdade da Escritura. Para aqueles homens não importava se quem estava pregando era o rabino mais sábio de Jerusalém, o apóstolo Paulo ou qualquer iletrado. Se a Verdade os confrontasse mudariam de procedimento submetendo-se a Palavra de Deus. Nisso consistia a nobreza dos cristãos de Berea. Para os homens da cidade de Berea a Escritura era “a suprema regra de fé e prática”.

Mas a inveja é incansável em fazer o mal. Como os bereanos não se opuseram a verdade apresentada por Paulo e Silas, os religiosos tomaram uma atitude: “.. quando os líderes judeus de Tessalônica tomaram conhecimento que Paulo estava ensinando a Palavra de Deus em Berea, rumaram imediatamente para lá, agitando e instigando a população.” (v. 13)

Definitivamente a inveja é destrutiva em todos os sentidos.


Nos dois casos, Paulo não refutou, reagiu ou defendeu-se das acusações mentirosas. Ao ser perseguido, não criou confusão nas cidades onde passou, antes partiu para outro lugar e continuou anunciando que Jesus é o Messias. E, para isso, usava tão somente a Escritura. Sola scriptura.

Conclusões

Diante da Verdade ninguém fica imparcial. Ou rejeita ou aceita. Quem não se submete a Escritura a persegue, se rebela e nega a soberania do Senhor sobre a sua vida.

Conhecer a Escritura não torna ninguém melhor. Dependendo da intenção do coração pode, até, levar a práticas ruins e impensáveis.

A Verdade sempre é bíblica. Anunciar o Evangelho nunca pode prescindir da Escritura. Assim faziam Paulo e Silas.

Ser cristão não é e nunca foi sinônimo de “alvoroçador” (arruaceiro, baderneiro). Embora na língua portuguesa alvoroço possa assumir um valor positivo, e até de virtude, o texto de Atos 17, não confirma isso.

O cristão chamado bereano examina atentamente a Palavra com coração nobre, ou seja, disposto a moldar a sua vida a vontade do Senhor Jesus. Por isso, tem compromisso com a Escritura a fim de conhecer o propósito de Deus para sua vida.

Finalmente, o que se chama bereano, deve ser um leitor atento da Escritura para não ser levado por um discurso bem elaborado, de quem quer que seja, e acabar fazendo ou repetindo o que não agrada a Deus e não é bíblico.

Bereano, sim, baderneiro, nunca!



Vocabulário.

1 – Desocupados (agoraio). a) mascates, pequenos comerciante, distribuidores varejistas; b) vadios, ociosos, o povo simples, humilde, povo pobre.

2 – Perversos (poneros). Mau, de natureza ou condição má. a) num sentido físico: doença ou cegueira; b) num sentido ético: mau, ruim, iníquo.

3 – Alvoroçar (anastatoo). Agitar, excitar, perturbar. a) incitar tumultos e sedições no estado; b) inquietar ou perturbar pela disseminação de erros religiosos.

4 – Nobre (eugenes). 1) bem nascido, de família nobre; 2) de mente nobre.

Texto em homenagem a todos os bereanos submissos a Escritura e dedicados ao estudo “com o propósito de avaliar se tudo correspondia à verdade.”

Referência bíblica: BJK


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